Esta é uma tradição mendicante na qual os monges dependem do apoio da comunidade leiga para a sua alimentação, estabelecendo-se assim uma relação de dependência, gratidão e proximidade no Dhamma.

Para quem gostar de oferecer uma refeição à comunidade monástica pode ver no calendário desta página os dias em que ela é necessária e preencher o pequeno formulário. É realmente importante chegar a horas para que às 10h30 os monges possam receber a refeição e fazer o respectivo cântico de agradecimento e regozijo no acto da oferta, altura em que todos se reunem na Sala de Meditação para tal.

Quem quiser pode trazer a refeição já preparada ou poderá também fazer a confecção da mesma na cozinha do Mosteiro, que se encontra equipada para tal, com a colaboração de alguém que está familiarizado com a mesma. Muitos nos perguntam o que oferecer, ou se temos um tipo de dieta especial. Uma refeição simples composta por um carbohidrato, uma proteína e salada ou sopa é o mais adequado.

Em alternativa, a refeição pode também ser oferecida através da

Sra Paula Perdigão – contacto: +351 963 624 649

O nosso bem haja para vós

Anumodana

April 2026

Mon Tue Wed Thu Fri Sat Sun
1
  • Andreia
2
  • An. Filipe, Etelvina e Sonia
3
  • Etelvina, Taras e Martim
4
  • Mojca, Taras e Etelvina
5
  • Jun
6
  • Georgiana Leclery (Paula)
7
  • Mojca, Holly and Miranda
8
  • Holly, Taras, Myranda
9
  • Amy, Ana and Taras
10
  • Amy, Ana and Taras
11
  • Rasika and Gayathrie and Thai Embassy
12
13
  • Mojca, Amy, Sara
14
  • Sara, Jessica and Diogo
15
  • Chamine e Etienne (Paula)
16
  • Vanda (Paula)
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  • Alexandra Alves ((Paula)
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20
  • Diogo, Taras and Axel
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  • Georgiana Leclery e Filipa (Paula)
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  • Anagarika Filipe (Paula)
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  • Kalika, Christoph, Hannah (Paula)
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  • Georgiana Leclery (Paula)
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Sobre a mendicância nesta Tradição: O Buddha, em resposta à reclamação das populações locais pelo isolamento excessivo dos monges, fez questão que a comunidade monástica nunca se isole completamente da comunidade leiga, mantendo os monges dependentes desta para os bens essenciais – os chamados ‘Quatro Requisitos’. Assim os monges mantêm o contacto diário com as populações, não se retirando completamente, podendo dar assistência espiritual às pessoas assim que estas queiram. Daqui surge a Regra que “vincula” o monge a não ser independente e a ser dependente dos leigos para alimento, abrigo, vestimenta e medicamentos. Esta é também uma das razões, entre outras, além do despojamento, porque os monges não podem cultivar alimentos ou cozinhar para si nem guardar comida de um dia para o outro, mantendo a completa dependência das pessoas leigas no que respeita aos mencionados ‘Quatro Requisitos’.